logo
Português (pt-PT)English (United Kingdom)
  • An Image Slideshow
  • An Image Slideshow
  • An Image Slideshow
  • An Image Slideshow
  • An Image Slideshow
  • An Image Slideshow
  • An Image Slideshow
  • An Image Slideshow
MUSEUM
COLLECTIONS
EXHIBITIONS
SERVICES AND ACTIVITIES
SHOP
WHAT’S NEW?
INFORMATION

Autenticação

Partilhar

Facebook Image

 Google Arts & Culture

.:: Ensemble Darcos PDF Print E-mail
Sexta-feira, 21 de Maio de 2021 // 18 h

Ensemble Darcos Recital do Ensemble Darcos, um dos mais prestigiados grupos de câmara portugueses, formado por Gaël Rassaert e Paula Carneiro (violinos), Reyes Gallardo (viola) e Filipe Quaresma (violoncelo). Organização: Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música. Bilhetes - Normal 5,00 / Sócio - 3,00, mediante reserva prévia.

 

A lotação da sala será restringida às primeiras 20 pessoas que fizerem a sua reserva por email ( This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it ) ou telefone (217710990, das 11:00 h às 17:00 h). Apenas as reservas efetuadas através destes dois contactos serão consideradas válidas.

 

O uso de máscara é obrigatório e estarão garantidas todas as normas de distanciamento social e higienização do espaço definidas pela DGS e em vigor à data do evento.

 

 

ENSEMBLE DARCOS é um dos mais prestigiados grupos de câmara portugueses, reconhecido e respeitado tanto por especialistas como pelo público. Criado em 2002 pelo compositor e maestro Nuno Côrte-real, tem como propósito a interpretação dos grandes compositores europeus de música de câmara, tais como Beethoven, Brahms e Debussy, e a música do próprio Côrte-Real, conferindo-lhe, assim, contornos de projeto de autor com uma versatilidade singular.

 

O Ensemble Darcos varia a sua formação consoante o programa que apresenta, de duos a quintetos, até à típica formação novecentista de quinze músicos. Tendo como base o violoncelista Filipe Quaresma, o violinista Gaël Rassaert, o pianista Helder Marques e a violetista Reyes Gallardo, convida regularmente músicos de excelência oriundos de várias regiões do globo, destacando-se, entre muitos outros, o pianista António Rosado, a violetista Ana Bela Chaves, o violoncelista Mats Lidström, os violinistas Massimo Spadano, Giulio Plotino e Junko Naito, ou o percussionista Miquel Bernat. Interpreta regularmente programas líricos, sempre com grande sucesso, convidando alguns dos mais interessantes cantores portugueses, tais como Ana Quintans, Dora Rodrigues, Eduarda Melo, Job Tomé, Lara Martins, Luís Rodrigues, entre outros.

 

Em 2006, o Ensemble Darcos iniciou uma residência artística em Torres Vedras, integrando, desde 2008, a Temporada Darcos, criada também sob a direção de Côrte-Real.

 

Da sua regular e prolífera atividade concertista, destacam-se os concertos na sala Magnus em Berlim, a interpretação do Triplo Concerto de Beethoven na igreja de St. John’s Smith Square, em Londres, a participação regular nos Dias da Música de Belém, em Lisboa, e os concertos no Budapest Music Center e na Embaixada Portuguesa, em Moscovo. Em 2014, participaram no Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim.

 

Em Janeiro de 2010, o Ensemble Darcos gravou para a RTP uma série de canções de Cole Porter com os cantores Sónia Alcobaça e Rui Baeta, programa apresentado em Lyon, França, em parceria com a Camerata du Rhône.

 

O CD “Volupia” (Numérica 2012) foi o primeiro trabalho discográfico do grupo dedicado inteiramente à obra de câmara de Nuno Côrte-Real. Seguiram-se “Mirror of the Soul” (Odradek 2016), "Lagarto Pintado" (Artway Records 2019), “Agora Muda Tudo” (Odradek 2019), “Cante” (Odradek 2020) e “Time Stands Still” (Artway Records 2020).

 


NUNO CÔRTE-REAL nasceu em Lisboa, no ano de 1971, e tem vindo a afirmar-se como um dos mais importantes compositores e maestros portugueses da atualidade.

 

Em 2018 e 2019 ganhou, de forma consecutiva, o prémio de Melhor Trabalho de Música Erudita da Sociedade Portuguesa de Autores, com o ciclo de canções “Agora Muda Tudo” e a ópera “Canção do Bandido”, respetivamente.

 

Das suas estreias, destacam-se: “7 Dances to the death of the harpist” na Kleine Zaal do Concertgebouw em Amsterdão, “Pequenas músicas de mar” na Purcel Room em Londres, “Concerto Vedras” na St. Peter’s Episcopal Church em Nova Iorque, “Novíssimo Cancioneiro” no Siglufirdi Festival em Reikiavik e “Andarilhos” - música de bailado na Casa da Música no Porto.

 

A sua discografia inclui discos editados, em contexto nacional e internacional, em vários géneros musicais, desde a música de câmara à música coral, música sinfónica e ópera. Destacam-se “Volupia”(Numérica 2012), “Mirror of the Soul” (Odradek 2016), “Agora Muda Tudo” (Odradek 2019), “Lagarto Pintado” (Artway Records 2019, “Cante” (Odradek 2020) e “Time Stands Still” (Artway Records 2020).

 

No mundo cénico, Nuno Côrte-Real tem trabalhado com alguns dos principais nomes da ópera, do teatro, da literatura e do cinema portugueses. Como maestro, Nuno Côrte-Real já dirigiu a Mahler Chamber Orchestra, a Orquestra Sinfonica Giuseppe Verdi, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquesta Sinfonica de Castilla y León, a Orquesta Ciudad Granada, a Real Filharmonía de Galicia, a Orquesta de Extremadura, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, entre outras, para além de inúmeros projetos com o Ensemble Darcos.

 

É fundador e diretor artístico do Ensemble Darcos, grupo de música de câmara que se dedica à interpretação da sua música e do grande repertório europeu, e assina artisticamente a Temporada Darcos.

 

Foi bolseiro do Centro Nacional de Cultura, e, em 2003, foi-lhe atribuída a medalha de Mérito Grau Prata da Câmara Municipal de Torres Vedras.

 

 

PROGRAMA

 

WOLFGANG AMADEUS MOZART (1756-1791) - Eine Kleine Nachtmusik (Serenata nº 13 em Sol Maior), K. 525
I. Allegro
II. Romanze - Andante
III. Menuetto - Allegretto
IV. Rondo - Allegro

 

ANNE VICTORINO D’ALMEIDA (n. 1978) - Quarteto de Cordas n.º 2 – estreia absoluta – encomenda Ensemble Darcos

 

ALEKSANDR BORODIN (1833-1887) - Quarteto de cordas n.º 2, em Ré Maior
I. Allegro moderato
II. Scherzo. Allegro
III. Notturno
IV. Finale: Andante — Vivace