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.:: Luísa Amaro na guitarra portuguesa Kim Grácio PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Canto do Rio de Carlos Paredes

O Museu Nacional da Música organizou uma série de momentos musicais com instrumentos históricos da coleção e obras de compositores portugueses ou com ligação a Portugal e que apresentamos, agora, por ocasião da celebração do Dia Internacional dos Museus 2021, estando também a ser transmitidas no âmbito da Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia. Realização: Assembleia da República/ ARTV - Canal Parlamento.

 

 

A guitarra portuguesa de Kim Grácio, (inv. n.º MNM 1386) foi construída em Lisboa na década de 50 do séc. XX.


Vários são os elementos da família Grácio que se dedicaram à construção de cordofones.

 

João Pedro Grácio (1872-1963), o patriarca, que começou por ser carpinteiro, rapidamente se tornou fabricante de guitarras, bandurras, bandolins e violas. Tinha oficina em Lisboa e mudou-se para Coimbrão, tendo posteriormente regressado à capital. Ensinou a arte da construção aos seus seis filhos rapazes. Foi premiado na Exposição Universal de 1900 e colaborou, na década de 40, com Artur Paredes e o filho Kim Grácio na definição do modelo da guitarra de Coimbra.

 

João Pedro Grácio Júnior (1903-1967) foi um guitarreiro do Cacém, especializado em guitarra portuguesa, que, como o seu filho Gilberto, construiu instrumentos para Carlos Paredes. Gilberto Grácio (1936-) começou na oficina do pai, no Cacém. Construindo guitarras de Lisboa e de Coimbra, bandolins e violas, reativou também a oficina do avô em Coimbrão nos anos setenta. É o último dos membros desta família em atividade.

 

Joaquim (Kim) Grácio (1912-1994) montou oficina em Lisboa, tendo emigrado para os EUA (Chicago) em 1961. Além do importante papel que desempenhou como construtor de guitarras, ficou também conhecido pelo fabrico de violinos e arcos. Regressou a Portugal em 1976 e teve oficina em casa, na Costa da Caparica e em Sobreda.