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.:: Duo de Canto e Piano e Dialecticae Piano Trio PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta-feira, 23 de Julho de 2021 // 18:00 h

Duo de Canto e Piano e Dialecticae Piano Trio Recital pelo Duo de Canto e Piano formado por Laura Alves (Soprano) e Filipe Gaio Pereira (Piano) e pelo Dialecticae Piano Trio, formado por Veronika Taraban (Violino), Leonor Mateus (Violoncelo) e Francisco Costa (Piano). Organização: Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música. Bilhetes - Normal 5,00 / Sócio - 3,00, mediante reserva prévia.

  

A lotação da sala será restringida às primeiras 30 pessoas que fizerem a sua reserva por email ( Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ) ou telefone (217710990, das 11:00 h às 17:00 h). Apenas as reservas efetuadas através destes dois contactos serão consideradas válidas.

 

O uso de máscara é obrigatório e estarão garantidas todas as normas de distanciamento social e higienização do espaço definidas pela DGS e em vigor à data do evento.

 

LAURA MACEIRAS ALVES é natural do Fundão. Iniciou os seus estudos musicais aos 10 anos na Academia de Música e Dança do Fundão na classe de piano da professora Tâmara Antontseva, com quem estudou até aos 13 anos. Prosseguiu os seus estudos na classe de piano da professora Olga Silva com quem concluiu o curso básico de piano. Aos 15 anos ingressou no curso profissional de canto na classe do professor Luís Rodrigues. Atualmente estuda na Escola Superior de Música de Lisboa, sob a instrução da professora Sílvia Mateus. Tem vindo a desenvolver trabalhos como solista com as diversas estruturas da Academia de Música e Dança do Fundão (das quais se destaca a participação com a orquestra de guitarras em diversos festivais, entre eles o “Festival internacional Guitar’ essonne” em Paris) e por vezes com a Escola Superior de Música de Lisboa, por exemplo a participação na ópera “O inferno ficou mudo” de Telmo Lopes e na ópera Orfeo ed Euridice de Gluck, interpretando o papel de Euridice.

 

FILIPE GAIO PEREIRA iniciou os seus estudos de piano aos 5 anos, no Conservatório do Norte Alentejano, em Portalegre, sob a instrução da professora Nataly Klatev, com quem acabou por trabalhar até ao término do 3.º grau. Estudou com a professora Conceição Fryxell no ano seguinte. Terminou o 5.º grau sob a orientação do professor Nuno Batoca, no Conservatório de Setúbal. Posteriormente, foi orientado por vários professores em aulas particulares, entre os quais se destaca Philippe Marques, que o preparou para a sua entrada no ensino superior. Em 2017 entrou na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do professor Miguel Henriques, onde se encontra agora no último ano de Licenciatura. Tem tido masterclasses com algumas figuras de relevo tais como Filipe Pinto Ribeiro, Jorge Moyano, Elisabeth Joyé (cravo), Henri Sigfridsson e Eldar Nebolsin. Em 2021, apresentou-se como solista com a Orquestra Sinfónica da ESML.

 

VERONIKA TARABAN iniciou os seus estudos no violino aos 5 anos de idade na classe da Professora Olga Proudnikova, no Conservatório – Escola Profissional das Artes da Madeira Eng.º Luíz Peter Clode (CEPAM). Como aluna de violino, concluiu o Curso Básico Profissional de Instrumento, Curso Profissional de Instrumentista na classe da Professora Olga Proudnikova e Licenciatura na Escola Superior de Música de Lisboa na classe da Professora Tamila Kharambura. Participou em vários concursos regionais, nacionais e internacionais, tendo sido distinguida com vários prémios como laureada de concursos infantis do CEPAM, Grand-Prix no “Fórum Internacional – Interpretação Musical e Pedagogia no Século XXI”, segundo lugar no concurso “Concurso Jovens” organizada pelo estágio OJ.COM e 3.º Lugar no Concurso “Prémio Jovens Músicos 2018” Nível Superior em Música de Câmara. Como membro do Dialecticae Piano Trio, foi selecionada para a representação da ESML no Festival HARMOS 2019, participou no ECMTA (European Chamber Music Teachers' Association), no Ysaye International Music Competition na categoria de Música de Câmara e atualmente apurada para a Final do “Prémio Jovens Músicos” na categoria de Música de Câmara - Nível Superior. No ano 2005 apresentou-se como solista da Orquestra Clássica da Madeira interpretando o concerto de Vivaldi em Lá menor. Em março de 2018 e 2019, apresentou-se como solista com a Orquestra de Repertório sob a direção dos Maestros Élio Leal e Fernando Marinho com a orientação do Professor Jean-Marc Bruffin, no âmbito do Festival de Cordas da ESML. Em junho de 2019, foi convidada como solista pela Orquestra Clássica da Madeira, sob a batuta de Jan Wierzba. Atualmente é aluna de Mestrado em Ensino na Escola Superior de Música de Lisboa.

 

LEONOR MATEUS iniciou os seus estudos musicais aos 8 anos de idade na Academia de Música de Santa Cecília, com a professora Ana Raquel Pinheiro. Anos mais tarde, ingressa na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional de Lisboa, onde termina o 8.º grau sob orientação do professor Luís Sá Pessoa. Foi membro efetivo da Orquestra Sinfónica Juvenil entre 2014 e 2015, tendo sido também selecionada para participar na XVI edição OJ.COM (Orquestra de Jovens dos Conservatórios Oficiais de Música), onde teve a oportunidade de trabalhar com o maestro Pedro Neves. Obteve o 1º prémio no “Concurso Internacional Cidade do Fundão” na categoria V, o 1.º prémio no “Concurso Internacional de cordas Artur Fernandes Fão” na categoria F, e o 3.º prémio no concurso “Prémio Jovens Músicos” na categoria de música de câmara – nível superior. Durante o seu percurso musical, realizou masterclasses com alguns músicos e professores, nomeadamente com Paulo Gaio Lima, Harriet Krijgh, Susanne Muller Hornbach, Bruno Borralhinho, Denis Severin, Mats Lindstörm, Xavier Gagnepain, Raphael Rosenfeld e Márcio Carneiro. Em 2018, participou no Festival do Estoril com o Four Trio e, em 2019, no Festival Harmos, com o Trio Dialecticae, em representação da Escola Superior de Música de Lisboa (ESML). Foi selecionada em 2018 e 2020 para tocar a solo com a Orquestra de Repertório da Escola Superior de Música de Lisboa. Concluiu a licenciatura em 2020 na ESML, na classe do professor Paulo Gaio Lima. Frequenta atualmente o 1º ano de mestrado em performance na Haute École de Musique de Genève, na classe do professor David Pia. É bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian.

 

FRANCISCO COSTA nasceu em 1999. Iniciou os seus estudos de piano aos 6 anos com a Prof.ª Paula Castro Lopes. Em 2009 ingressa na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional, na classe do Prof. Eduardo Regula e, posteriormente, em 2013 na classe da Prof.ª Ana Valente onde, em 2018, terminou o Curso Profissional de instrumentista de cordas e teclas com a nota máxima. Frequenta, atualmente, o 3.º ano da Licenciatura em Música, na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do Prof. Miguel Henriques e estuda música de câmara com o Prof. Paulo Pacheco. Em 2015, obteve o 1.º prémio, na categoria IV, no Concurso Internacional Cidade do Fundão; em 2016 o 1.º prémio, nível VII e global, no concurso Czerny na EAMCN; em 2017, o 1.º prémio, categoria média, no Concurso de Música de Câmara – CulturXis/23Milhas; em 2019, enquanto membro do Dialecticae Piano Trio, foi selecionado para a representação da ESML no Festival HARMOS 2019, participou no ECMTA (European Chamber Music Teachers’ Association) e no Ysaye International Music Competition, na categoria de música de câmara. Em 2017, apresentou-se como solista com a Orquestra Sinfónica do Conservatório Nacional. Participou em diversas masterclasses com Rene LeCuona, Paulo Gaio Lima, Paul Wakabayashi, Ian Mikirtumov, Paulo Oliveira, Xavier Gagnepain, Evan Rothstein, Marje Lohuaru, Kyril Zlotnikov, entre outros. Atualmente, em 2021, está apurado para a final do Prémio Jovens Músicos 2021, na categoria de Música de Câmara, nível superior.

 

 

PROGRAMA

 

DUO DE CANTO E PIANO
Soprano - Laura Alves
Piano - Filipe Gaio Pereira

 

MAURICE RAVEL (1875-1937) - "Cinq Mélodies populaires Greques"
I. “Le réveil de la mariée”
II. “Là-bas ver l'église”
III. “Quel galant m'est comparable”
IV. “Chanson des cueilleuses de lentisques”
V. “Tout gai”

 

As “Cinq Mélodies Populaires Grecques”, de Maurice Ravel (1875-1937), são, como o nome indica, inspiradas em canções populares gregas, mais especificamente da ilha de Chios. Diz-se que foi em 36 horas que o compositor harmonizou as 5 canções escolhidas pelo seu amigo de ascendência grega Michel-Dimitri Calvocoressi, em 1904. O ciclo é mais frequentemente cantado em francês (com a tradução de Calvoressi), mas também pode ser feito em grego. As canções tratam de temáticas populares como o amor, casamentos, luto, religião e trabalho.

 

MANUEL DE FALLA (1876-1946) - "Siete Canciones populares Españolas"
I. “El paño moruno”
II. “Seguidilla murciana”
III. “Asturiana”
IV. “Jota”
V. “Nana”
VI. “Canción”
VII. “Polo”

 

Manuel de Falla (1876-1946) escreveu as “Siete Canciones Populares Españolas” em 1914, sendo atualmente a sua obra mais tocada. As canções são inspiradas em temas populares, abrangendo várias regiões espanholas, tais como Múrcia, Andaluzia e Astúrias. Para além da natureza popular das melodias, a parte de piano remete frequentemente à guitarra espanhola e os fortes rítmos e texturas a formas de dança tradicionais. A canção Nana tem particular ligação ao compositor, uma vez que a sua melodia lhe era cantada pela sua própria mãe, quando era criança.

 


DIALECTICAE PIANO TRIO
Violino - Veronika Taraban
Violoncelo - Leonor Mateus
Piano - Francisco Costa

 

ANA SEARA (1985) - "Do Desassossego"

 

ERNEST CHAUSSON (1855-1899) - Piano Trio em Sol m, Op.3
I. Pas trop lent – Animé
II. Vite
III. Assez lent
IV. Animé

 

O Piano Trio em Sol m, Op.3, de Ernest Chausson, é considerado uma obra jovial do compositor, sendo esta destacada entre o repertório de música de câmara, pelo seu caráter obscuro. É constituído por quatro andamentos em Forma Cíclica – Pas trop lent e Animé, Vite, Assez lent e Animé. O tema cíclico expõe-se, desde o início da obra, com as texturas espessas, progressões harmónicas soturnas e mudanças de dinâmicas abruptas, revelando assim toda a riqueza do mistério do destino na obra.